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sábado, 1 de janeiro de 2011

"Gabriel García Márquez"

“Desde o dia, porém, em que tomou consciência da sua nudez, não era o medo do escuro que o impulsionava a se meter no seu mosquiteiro e sim o desejo de sentir a respiração morna de Amaranta ao amanhecer”. (Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, página 140)